As primeiras fotografias

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Vista da janela em Le Gras – Joseph Niépce (1826)

Quando hoje em dia fazemos uma fotografia digital com uma facilidade irrisória esquecemo-nos de como era complexo e moroso o processo fotográfico em tempos mais recuados. Afinal de contas tudo começou apenas há menos de 150 anos com esta imagem das traseiras da sua casa que Joseph Niépce conseguiu reproduzir de modo duradouro. Desde então, momentos pioneiros têm marcado a história da fotografia quer por razões técnicas, quer estéticas. O conjunto de imagens que aqui se reúnem são uma selecção de alguns desses momentos. São as primeiras do seu género.

Joseph Niépce, que era um químico, deve ter “inventado” a fotografia levado pelo seu espírito científico. Mais tarde este processo foi aperfeiçoado pelo seu contemporâneo Daguerre, um pintor que viu ali um meio artístico promissor. Foi ele quem teve o arrojo de realizar a primeira fotografia de nus, um género que era então comum na pintura.

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Dois nus de pé – Louis Daguerre (1839)

Nadar foi igualmente pintor antes de se tornar um dos mais famosos fotógrafos de Paris. Conseguiu este estatuto porque atraiu as maiores personalidades da época para o seu estúdio, onde as retratava. Mas Nadar deu início a um novo e arriscado género, a fotografia aérea. A bordo de um balão percorreu os céus de França e realizou centenas de chapas que, infelizmente, resistiram mal ao passar do tempo. Outros lhe seguiram as pisadas, como Wallace Black.

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Vista aérea de Boston – James Wallace Black (1860)

Embora seja um caso isolado, a primeira fotografia a cores é mais antiga do que se pensa. O seu autor foi James Clerk Maxwell. Ainda hoje não se sabe ao certo qual foi o processo químico que utilizou para reproduzir as cores.

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Fita de lã – James Clerk Maxwell (1861)

A primeira fotografia do espaço foi realizada em 1946 por uma câmara a bordo de um míssil V-2. Ao ascender a uma altitude superior a 100 km, o engenho permitiu fotografar distintamente a superfície curva da Terra recortada no fundo negro do céu e, embora a câmara tivesse ficado desfeita com a queda no solo, o filme contido no seu interior sobreviveu para nos revelar pela primeira vez estas fascinantes imagens.

A Terra vista do Espaço (1946)

E o interesse por este género continuou. Alguns anos mais tarde teríamos o privilégio e a emoção de ver pela primeira vez o nosso planeta inteiro e a cores graças a uma câmara montada na nave espacial americana Apollo 8. Estávamos no natal de 1968 e esta fotografia foi o mais belo presente da humanidade nesse ano.

O nascer da Terra (1968)

- artigo retirado de Obvious.

Joshua Hoffine | Meio Bit

Minha gente, sem noção pra o trabalho desse cara – Joshua Hoffine -, é de arrepiar. Dá uma olhada no trabalho dele aqui.

E pra ‘descontrair’ e liberar um pouco a tensão – depois de ter visto um site desses – achei ontem o site chamado MeioBit.com que é bem legal, tem uma área só pra fotografia. Clique aqui.

‘weekend’

Mais um fim de semana chegando e um mês com todos eles repletos de cliques! Graças a Deus. Pra esse fim de semana tem o Ensaio de 15 anos no sábado e um Ensaio, no domingo, pré-casamento com os noivos Júlio & Débora. Deus abençoe o tempo esse fim de semana e que não chova! :)

Abraços especiais para Georgia Quintas (blog dela), coordenadora do bacharelado em Fotografia da AESO e para Alexei Joseph (flickr dele).

Doriedson Roque

Doriedson Roque
fotografia: P.H. Nuñez
assit. de fotografia: Amanda Lima
beleza: Laila Santana
modelo: Doriedson Roque

Dori é modelo e fotógrafo! Eu brinco com ele dizendo que ele as vezes é mais modelo do que fotógrafo! Hehehe. Mas ele tem uma percepção peculiar de fotografia e o seu olhar para interpretação de uma imagem é bastante interessante. Um dia em que estávamos fazendo trabalho da faculdade acabamos descontraindo e ai fiz um pequeno Ensaio com ele.  Para ver a foto maior clique aqui. Esse dia foi o mesmo que fizemos as fotos da Laila Santana, Amanda Lima e a Winnie Chitunda!

VINTAGE FELONS | INVERNO 2009

Vintage Felons | Inverno 2009

Vintage Felons | Inverno 2009

Vintage Felons | Inverno 2009

Vintage Felons | Inverno 2009

cliente: Vintage Felons
fotografia: P.H. Nuñez
styling: Gisele Cunha
beleza: Janessa França
modelo: Isabela Freire

Nota de Produção: Pois é. A Gisele Cunha mais uma vez me chamou pra fazer as fotos da loja dela, a Vintage Felons. E como sempre, foi prazeroso e divertido. Dessa vez não foi externo (como na Coleção passada). A produção foi de primeira (o que deixou a desejar foi o ar condicionado que falhou né gente? hehehe), a Janessa que fez a Beleza e ficou excelente! O trabalho de pós produção também foi um pouco cansativo mas, ao achar o ponto, foi fácil repassar pras outras imagens. Mais um job que gostei! :) Mais fotos clicando aqui.

Graças a Deus estou de férias da faculdade, finalmente terminou esse 2º período e rumo ao 3º se Deus quiser!!!  :) Boas férias a todos! Mas vou sempre correr aqui no Blog pra atualizar e trazer coisa nova, tá? Beijão gente.

Laila Santana | Ensaio Fotográfico

Laila Santana

fotografia: P.H. Nuñez
modelos: Amanda Lima,
Doriedson Roque,
Victor e Winnie Chitunda

Nota de Produção: Ela é linda, né? Mais fotos clicando aqui. Ensaio que rendeu boas fotos.

Winnie Chitunda | Ensaio Fotográfico

Winnie Chitunda

fotografia: P.H. Nuñez
make: Laila Santana
produção: Doriedson Roque; Amanda Lima
modelo: Winnie Chitunda

Foto do ensaio feito ontem com Winnie Chitunda. Ela é linda! E as fotos ficaram muito legais. Breve mais fotos!

Gothic | Ensaio Fotográfico

GOTHIC

fotografia: P.H. Nuñez.
make: Luiza Lima.
produção: Doriedson Roque;
Clemilson Campos.

modelos: Amanda Lima;
Karla M.;
Rebeka Contente.

Nota de Produção: Ensaio realizado em sala de aula, para a disciplina de ‘Fotografia Aplicada à Design’ do profº Damião Santana. Ainda não é a imagem final. Iremos fazer um Outdoor com essa imagem sobre o estilo Gothic. Rebeka, Amanda e Karla são alunas da AESO.

Eduardo Queiroga | Exposição “Sobreposições”

"Sobreposições" - Eduardo Queiroga

Fotografia: Eduardo Queiroga
Texto: P.H. Nuñez

          Foi realizado no dia 13 de maio de 2009, na Galeria Arte Plural, o debate sobre a Exposição “Sobreposições” do fotógrafo Eduardo Queiroga. O evento teve a presença de figuras ilustres, como Walter Firmo, Georgia Quintas, Alexandre Belém, além da Simonetta Persichetti como mediadora do debate, o próprio Eduardo e o arquiteto Juliano Dubeux.

          O debate começou atrasado, às 19h30min, por causa do Juliano, mas após seus pedidos de desculpas, Simonetta retomou fazendo uma breve reflexão sobre suas impressões das fotografias. Logo depois foi passada a palavra à Eduardo, para uma explicação mais detalhada das dez fotografias expostas.

          Ele expôs que inicialmente a Exposição não tinha nome o “Sobreposições”, o título veio após selecionar as fotos e fazer uma reflexão sobre o significado simbólico das imagens. E claro, o trabalho não se resume a apenas dez fotografias. Pelo fato de serem imagens que retratam a degradação do patrimônio histórico do bairro do Recife Antigo, “a idéia não é ter um caráter denunciativo”, afirma, mas é que existe uma dialética entre você olhar além das pichações e grafites feitas nas fachadas dos edifícios e ver que tudo aquilo, que hoje está assim mas que, um dia, no passado, foi diferente. O fato curioso é perceber que ainda existem indícios de como esses prédios eram nas fotografias.

          A minha percepção da exposição é que a idéia de “Sobreposições” é uma excelente metáfora usada para ilustrar as imagens, que mostram as ‘camadas’ que se instalaram durante os anos no bairro do Recife e que por vezes não percebemos. Esse ‘movimento’ de ‘não reconhecimento’ ou ‘não percepção’ do envelhecimento/degradação da cidade também foi discutido.

          Em certo momento, Simonetta disse: “Essa é a magia da fotografia, atingir tantas esferas que nem imaginamos”. E de certo modo é curioso, pois essa é a explicação mais coerente para um arquiteto estar nesse debate. “Eu não entendo muito de fotografia, com certeza no assunto relacionado à arquitetura me sinto mais confortável pra discutir, mas o que vejo nessas imagens é o retrato moderno de uma arquitetura que ainda não havia sido retratada”, palavras do Juliano.

          Fico imaginando que realmente tinha que haver a presença de um arquiteto nesse debate, mesmo sem tanta carga no viés à fotografia. Mas também há de ser dito que em certos momentos foi comentado mais de arquitetura que fotografia. “Isso tudo pra mim é maravilhoso, poder ouvir o que as minhas fotos despertam nas pessoas”, afirma Eduardo. Porém, talvez tenha faltado uma participação mais ativa da mediadora direcionando, e até dosando os assuntos – diferentemente da ‘fama’ que tem, Simonetta não falou muito como de costume, risos.